Esse espaço é chamado de Economia criativa.
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Para que serve a economia criativa?
O objetivo da economia criativa é criar uma rede de artistas e empresários que tenham a capacidade de promover um crescimento sustentável no setor criativo. Uma indústria criativa é orientada pelo conceito da economia criativa, valorizando a criatividade individual ou coletiva, habilidades e talentos. Você também pode e deve participar dessa rede criativa, contribuindo com sua criatividade, seu talento, em fim, acreditar em seu potencial empreendedor e financeiro.
O que é economia criativa?
Economia criativa é o conjunto de negócios baseados no capital intelectual e cultural e na criatividade que gera valor econômico. A indústria criativa estimula a geração de renda, cria empregos e produz receitas de exportação, enquanto promove a diversidade cultural e o desenvolvimento humano.
Texto: https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/segmentos/economia_criativa/como-o-sebrae-atua-no-segmento-de-economia-criativa,47e0523726a3c510VgnVCM1000004c00210aRCRD
Quando surgiu a economia criativa?
O primeiro documento oficial a usar o termo economia criativa foi publicado em 1994 pelo então primeiro-ministro da Austrália Paul Keating. ... Mas já no início dos anos 1980 Margaret Thatcher havia destacado a importância dos setores tecnológicos e criativos para o desenvolvimento da economia do Reino Unido.
Texto: http://itv.org.br/pensando-o-brasil/ciencia-e-inovacao/seis-perguntas-e-respostas-sobre-economia-criativa-tema-do-proximo-seminario-do-instituto-teotonio-vilela
Economia criativa, exemplos?
Empresas que utilizam a criatividade e as habilidades dos indivíduos ou grupos como insumos primários. E podem abranger diversas áreas, como: arquitetura, artes cênicas, artes e antiguidades, artesanato, cinema, design, editoração e publicações, publicidade, moda, vídeo, televisão, rádio, softwares de lazer e música.
Texto: http://raizesds.com.br/pt/economia-criativa/
E o que ela traz de bom?
Com muitas profissões tradicionais e setores sendo extintos pela tecnologia – assim como novos vão surgindo –, a criatividade é perene. Ela sobrevive ao tempo e a qualquer mudança, pois é insubstituível, assim como os valores humanos. Assim, atuar com a economia criativa é tiro certo, valorizando o que temos de único.
E como aplicar?
Se você pretende começar um negócio e empreender na área, algumas dicas são valiosas. Entre elas: ter um objetivo, traçar o plano, criar um protótipo (especialmente quando falamos em produto) e, principalmente, botar a mão na massa!
Se você já é um empreendedor, é capaz de já ter até mesmo atuado com a economia criativa sem saber. Ainda mais agora que o termo se propagou. Aqui na Raízes, por exemplo, trabalhamos muito com grupos produtivos, sobretudo femininos, que usam seus saberes como fonte de renda. E não é que esses saberes fazem parte da economia criativa?! Confira:
Artesanato - Gastronomia - Moda - Turismo Cultural.
Professor Itamar Costa.
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